A COP30, realizada em Belém (PA), representa um marco decisivo para o setor industrial e para as empresas que dependem de embalagens. A conferência colocou a economia circular como tema central na agenda climática global, reforçando que o futuro da descarbonização passará pelo redesenho de cadeias produtivas, rastreabilidade e reaproveitamento de materiais, e não somente pela dependência de novas tecnologias energéticas.
Concomitantemente à COP, a Cirklo foi reconhecida no Sustainable Business COP30, na categoria Economia Circular, como um dos projetos de destaque do setor privado global por gerar soluções concretas para enfrentar a crise climática. Uma conquista que reforça nosso protagonismo e impacto no setor.
A COP30 e a consolidação da economia circular como caminho para a descarbonização
Na COP30, o debate sobre economia circular ganhou força e clareza. Entre os destaques, há a consolidação de que a circularidade será parte central das metas de descarbonização global, com ênfase em reuso de materiais, design sustentável, reciclagem e rastreabilidade. Os painéis promovidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) reforçaram essa prioridade, apresentando políticas robustas para indústria, plataformas como o Recircula Brasil e marcos regulatórios para rastreio de materiais recicláveis.

Entre os pontos que ganham destaque:
Circularidade no centro da agenda climática
A conferência reforçou que a lógica de “extração-produção-descarte” precisa ser superada. O mundo agora avança para um modelo regenerativo, em que produtos e resíduos são reinseridos nos ciclos produtivos.
Evolução do papel do plástico
O debate sobre plásticos na COP30 não visa apenas o banimento de materiais, mas traçar um novo paradigma: rastreabilidade de insumos, padronização da reciclagem, uso de conteúdo reciclado certificado e responsabilidade compartilhada na cadeia. Isso coloca marcas que adotam essas práticas em destaque estratégico.

Brasil no centro da transformação
Com matriz energética limpa, crescente infraestrutura de reciclagem e forte presença da indústria de embalagens, o Brasil desponta como protagonista da transição circular. Belém, sede da COP30, simboliza esse movimento, especialmente com iniciativas que integram desenvolvimento regional e novos modelos de produção sustentável.
Novas exigências para marcas e embalagens
A pressão por circularidade agora vem de todos os lados: consumidores valorizam transparência, reguladores elevam padrões, investidores exigem certificações e rastreabilidade, e varejistas pedem comprovação de origem e conteúdo reciclado. O que antes era diferencial se torna critério mínimo de participação de mercado.
Como marcas podem agir agora e fortalecer sua competitividade
O momento exige ação rápida e estratégica. A agenda da COP30 deixou claro que a circularidade é urgente e deve ser implantada de maneira concreta. Marcas que anteciparem essa agenda ganham espaço e reputação.
Para marcas que atuam com embalagens, isso significa:
→ Incorporar conteúdo reciclado certificado em escala industrial, com transparência total e garantia de qualidade. É fundamental reduzir a dependência de matérias-primas virgens e garantir rastreabilidade em toda a cadeia.
→ Repensar o design das embalagens para facilitar o reúso, a desmontagem e a reciclagem, priorizando materiais recicláveis, design modular ou reciclável e menor complexidade de leitura. Isso facilita a reinserção do material no ciclo produtivo.
→ Implementar sistemas robustos de rastreabilidade e métricas de sustentabilidade verificáveis, coletando dados sobre origem, percentual de reciclado, emissões, rastreamento pós-consumo, etc., garantindo conformidade e gerando valor de marca e acesso a grandes clientes.
→ Construir parcerias estruturadas de logística reversa com cooperativas, indústrias de reciclagem e operadores regionais, garantindo que o ciclo se feche e o material seja efetivamente reaproveitado.
→ Comunicar de forma assertiva, demonstrando com clareza nas embalagens, relatórios e ativação de comunicação o compromisso com circularidade, certificações, performance e resultados.
Empresas que se antecipam se posicionam como protagonistas no mercado, construindo reputação, atraindo investidores e fortalecendo parcerias.
Reconhecimento no Sustainable Business COP30: o impacto da Cirklo
Durante a COP30, a Cirklo foi reconhecida no Sustainable Business COP30 como um dos 48 projetos do setor privado de destaque na categoria Economia Circular. O programa, liderado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), selecionou iniciativas de impacto global que oferecem soluções concretas de circularidade e enfrentamento da crise climática.
Esse reconhecimento vem em um momento marcante para a Cirklo: com a inauguração da unidade de Ananindeua, no Pará, reforçamos nossa presença na Amazônia e ampliamos a capacidade de reciclagem e impacto regional. Nossa operação nacional robustece a cadeia, fortalecendo a economia circular no país.
A atuação da Cirklo vai além do fornecimento de matéria-prima reciclada. Somos parceiros estratégicos para marcas que buscam rastreabilidade, performance e escala. Com resinas PET-PCR certificadas e soluções integradas, ajudamos empresas a estruturar cadeias circulares, reduzir emissões e entregar inovação e competitividade.
O futuro será circular, mas ele começa desde agora
A COP30 deixou claro que a circularidade é mais que uma prioridade ambiental. É uma condição para competir, inovar e crescer em mercados cada vez mais regulados e exigentes.
Se a sua marca quer liderar essa transição com mais competitividade e impacto e embalagens preparadas para o novo padrão global, a Cirklo está pronta para caminhar ao lado.
Vamos construir juntos a nova economia circular do plástico?
Entre em contato conosco com o nosso time ([email protected]) e descubra como transformar suas embalagens em ativos de circularidade e valor.

